Parabenizando de coração aqueles atletas , treinadores, torcedores, etc, que estiveram em Londres, e lutaram com afinco, de fato e no grito, deixando aqui um pequeno comento sobre os nossos compatriotas.
Nos momentos que antecederam, aconteceram e encerraram os eventos das Olimpíadas Londre/2012 foi possível observar o Belo, os Recordes, o Show, e, principalmente as desculpas e transferências de responsabilidades dos nossos representantes de só alcançar bons resultados nas Olimpíadas Rio/2016.
Em Londres, difícil foi estabelecer o conceito do saber abraçar a causa da competição de algumas modalidades dos atletas nacionais.
O pensamento colonialista de antes permanece no âmago dos nossos competidores. Qualquer resultado é válido.
Sequer abraçaram a Bandeira com o devido amor, respeito e garra, como foi possível observar em atletas de outros países.
Lutaram, lutaram , lutaram anos nos oceanos e praias setorias dos eventos, e deixaram-se levar por conflitos internos das diversas áreas, times, grupos, etc, exatamente nos momentos cruciais, para o alcance da meta, que seria o de vencer, vencer, vencer.
Ficar em segundo foi bom? E em terceiro?
- Foi.
- Como se satisfazer apenas com isso?
- É tarefa difícil?
- Sim.
Mas, os integrantes do corpo atlético poderíam ter feito melhor, se o emocional não se apresentasse tão a flor da pele, demonstrando aí, a falha técnica dos grupos.
O apoio profissional psicológico direcionado ao emocional de fato.
Isto sim traria um endurecimento do atleta no momento do cansaço, desânimo, stress e tantos outros desequilíbrios naturais de um evento tão grandioso.
Certo é que, os nacionais deverão também, aprender como se deve trabalhar em grupo, sem se deixar levar pelo bloco do "eu sozinho", o denominado estrelismo.
Para se agarrar e carregar " a medalha de ouro" ou até mesmo de "Bronze" torna-se necessário a união entre todos e o exercício oral para dizer "nós" conseguiremos apesar de tudo.
Além disso, a ausência real de força financeira para algumas equipes através de apoio empresarial de setores diversificados, e o governista, de fato.
Vale frisar também que, grupo é grupo. Equipe é equipe, e, para atingir um fim, existem regras gerais sociais de entrosamento e respeito humano, a partir daí , sim, surge o alcançar do momentâneo bem maior. A VITÓRIA.
Quando se segue o caminho em defesa de seu pais, independe de problemas sociais, economicos, ou culturais, e sim do querer e dever ser o vencedor, passando por cima de milhões de obstáculos, exemplificando , aqueles que se fizeram visíveis no topo do mundo advindos da ignorância e pobreza conseguindo alcançar sua meta.
Pensar que tudo aconteceu muito fácil é só para os amadores.
Aqueles que se propõem a seguir e vencer não se preocupam com ideias e ideais dos que provocam conflitos e desentendimentos em momentos tão importantes como este.
Vale dizer que, as nossas vãs esperanças de vitórias na ginástica, no volei basquete, natação, futebol e/ou outras modalidades, os riquinhos de turmas ( é só pensar na publicidade em meios de comunicação, e venda de produtos), a reflexão cedeu e a discórdia venceu.
Restando aqueles inesperados e desconhecidos, que seguiam com dificuldade, até mesmo para uma alimentação adequada. Temos como exemplo o Boxe, Triatlhon, e no judô, que apenas internalizavam e sonhavam suas vitórias, cuja a grana costumeira daqueles, já elitizados passava a quilômetros de distância.
Acreditando que construir a mudança ou transformação de alguns procedimentos são necessários e fundamentais, assim, nas Olimpíadas do Rio/2016 possamos alcançar maior número de vitórias e medalhas, ou seja, um grito pela formação de grupos disciplinados, os quais possam buscar, acumular e cristalizar conhecimentos metodológicos eficientes, frente as típicas e reais polêmicas vigentes, com criatividade, e, certa dureza, mas, não muita, já que somos doces criaturas resultantes de uma colonização ingrata.
Lógico que antes e durante as lutas advindas do grandioso evento, e que a bagagem positiva do comportamento de alguns torne-se relevante para os novos.
O certo é , indução para uma excelente dedução nos resultados.
E assim,
PARABÉNS AOS ATLETAS E POVO BRASILEIRO , TAMBÉM FIZERAM BONITO já que vivemos de paradoxos.