domingo, 31 de julho de 2016

Triste Bahia do povo alegre



Como ser infeliz em um lugar tão lindo como o Estado da Bahia?

Pois é. 

Apesar de tantas belezas naturais  e culturas, encontramos a tristeza do analfabetismo intelectual (não saber ler ou escrever), político, social, religioso, racial, de gênero/escolha sexual, etc., cujas ações estão diante dos olhos de todas aquelas criaturas, desejosas de uma impossível uniformidade.

Até parece, que ficou enraizado neste estado tão lindo, e de indivíduos também, tão lindos e acolhedores diante daqueles que chegam, o ranço, da colonização violenta dos portugueses e de muitos outros que chegaram depois por aqui.





Mesmo aqueles que estudam alcançando, até os últimos graus oferecidos pelo estado, e/ou  por suas aventuras pelo mundo conseguem se desgarrar daquele viço colonial, já que cada um faz apenas o que desejam, em benefício de outrem seja material, ou apenas uma prece fervorosa para aqueles que sofrem de solidão, aflição ou enfermidade.



Redigir sobre os valores, os quais sejam de verdade importantes para o povo baiano temos o dever, de deixar vigorar saídas inimagináveis , quem sabe mágicas, para os problemas paradoxais, enfrentados por nós, no dia a dia a partir de aprendizados uns com os outros.

Com o padecer de tantos, somente o "amor" será o fundamento e a coisa melhor, para tornar os corações dos baianos desprendidos da intolerância, apaixonados uns pelos outros renascendo a cada milênio, sob o aspecto mais elevado do espírito, da moral, da ética, da filosofia natural e científica, econômica, artística, esportiva, social , doméstica abrirão as portas de perspectivas para a elevação do homem em suas ideias e ideais.



O estado da Bahia e seu povo representam, uma aldeia universal representada pela alegria, fraternidade e generosidade, que indelevelmente constituem o resgate para o imenso "amor" que falta neste mundão.

Enfim, bom mesmo é ser baiano em sua totalidade, sem inveja de outros.



Só para refletir!

Abração!






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