quinta-feira, 28 de março de 2013

TEMPOS DE PAZ, AMOR E UNIÃO...

Até mesmo quem reluta aceitar os novos comportamentos, em época de quaresma, a qual antecede as milenares festividades da Páscoa , a tendência dos grupos sociais é de não promover qualquer movimento, marcha, discussão ou qualquer outro adjetivo que possam  ir em direção contrária à tais modernidades.
 
Já tornaram-se omissos à presença de DEUS e, renderam-se ao descaso.
 
Sob a desculpa do Brasil ser um país laico, livre para todas formas cultos e adorações religiosas vão-se, então, para o rol do esquecimento ,  o real significado dessas festividades arrastando também a sua cultura religiosa e a fé cristã. 
 
Isto se dá principalmente, através da existência da grande missigenação, entrada e permanência de povos com culturas tão diferenciadas, além das observações  e  negações feitas por estudos científicos do homem para o homem.
 
Vale lembrar que, em outros tempos era muito especial e agradável poder ficar com suas famílias, sentar à mesa, fazer suas orações em agradecimento, ou pedir perdão por atos cometidos que pudessem ferir a harmonia, entre todos do grupo promovendo até, a reconciliação, por algo  desarmonico do passado, além disso,  aproveitar com muita alegria a  alimentação posta e própria da época. Parecia que o amor e a paz pairava no ar. 
 
Poucos são aqueles que, ainda se põem em situação de reflexão e doação, frente aquilo que de fato representa o amor por si próprio, ao próximo e ao Criador.
 
Sem falar, na independência de que gozam, no tocante às suas vidas utilizando-se de bebidas alcoólicas, drogas  e músicas frenéticas em apologia à promiscuidade.
 
Então é possível perguntar:
 
- Como o novo Papa (Francisco I) poderá reerguer ou manter, os fundamentos da Igreja Católica Apostólica Romana, quando existe um turbilhão de dúvidas pairadas sob o mundo totalmente descrente e destemido da existência de uma Força Maior, e acima das cabeças do homens? 
 
O desafio é tamanho que não há teoria religiosa a respeito, independente do credo, que possa pacificar as controvérsias e discussões, sobre tema tão complexo e antagônico, principalmente, neste exato momento , em que o pensamento deveria ser destinado à tempo de paz , ao  amor e sua união com DEUS e a família, e se põem tão, tão distantes. 
 
Bons tempos aqueles em que todos se uniam para tais fins!

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